Socialismo ou morte, Eu juro!” Essas foram as palavras do presidente reeleito da Venezuela, Hugo Chávez. Socialismo esse que não se sabe realmente como é. Uma mistura de comunismo e militarismo.
O tenente-coronel pára-quedista aposentado, professor e mestre em ciência política, Hugo Chávez, apresenta um retrocesso. O que implica é que esse estilo de socialismo, chamado ‘bloco ideológico socialista’ foi o resultado de muitas mortes. Um bom exemplo é o caso da República Soviética (Rússia), que não deu muito certo. No final de seu mandato terá 24 anos de poder, metade do recordista Fidel Castro, que ha pouco enviou uma carta a Chávez para possíveis acordos.
O socialismo é uma doutrina de organização econômica e social que considera que o interesse e o bem da comunidade devem sobrepor-se ao interesse particular. Porém isso não acontece na prática. Essa filosofia é parecida com a do comunismo, porém, a execução dela é diferente. A vontade de lutar pelo povo acaba quando se atinge o poder.
Eleito no primeiro turno, Chávez quer revolucionar as leis venezuelanas, todos os 167 parlamentares do governo são dele. Hugo Chávez quer implantar o Estado Socialista da Venezuela.
Primeiro foi Evo Morales, da Bolívia, e agora Hugo Chávez. O presidente venezuelano quer nacionalizar o petróleo, eletricidade, água e telefone. A Petrobras deveria pensar muito para investir na região. Entretanto, a Petrobras investe U$$ 500 milhões na Venezuela e não teme acontecer o mesmo que sucedeu com a Bolívia.
O fato é que esse retrocesso afasta investidores, menos o Brasil. Na reunião do Mercosul que aconteceu no Rio de Janeiro, Chávez queria implantar sua cara no bloco e até mudar o nome do Mercosul. Além disso, as críticas que fez da mídia brasileira mostram sua disposição em se meter onde não foi chamado. O presidente Lula mencionou no encerramento da Cúpula do Mercosul a necessidade de se aceitar o que ele chamou de ‘pluralismo ideológico’. Chávez está sendo imprudente, fala o que quer, e essa política de neoliberalismo e imperialismo assusta um pouco.
Por outro lado, não se podem encarar as atitudes do presidente Hugo Chávez como um fantasma. Ele não poderá abalar o mundo. Ele não deixaria de fornecer o petróleo aos Estados Unidos. Se ele for uma ameaça, com certeza o mundo saberá anular o perigo que surgirem principalmente os financeiros.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
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