Dinheiro, sexo, vaidade, interesse, estética, poder e politicagem são palavras que retratam um pouco do mundo em que vivemos. A humanidade gira em torno desses valores, dando mais importância a eles. Entretanto, se buscado como única fonte de prazer e felicidade trará destruição.
A mídia vem ditando o estilo de vida a ser vivido. Desde a publicidade até os programas mais assistidos, vem mostrando os ideais a serem seguidos. As pessoas estão seduzidas pela vida mostrada por esses meios de comunicação que, direta e indiretamente, influenciam nas decisões mais importantes. De um corte de cabelo a idade certa para iniciar a vida sexual, de glórias a escolhas políticas, tudo sofre influência dos meios de comunicação de massa.
E por trás desses meios existem interesses. Já foi provado que uma corporação de comunicação pode controlar até o poder público. Quem manda no país, o Estado ou as organizações midiáticas? Desde o princípio a população sofre com a imparcialidade da política nas principais decisões da radiodifusão e telecomunicação.
A manipulação existe. A sociedade se tornou vítima do consumismo e do entretenimento. A globalização tem uma concentração cada vez maior no capital que tem causado efeitos demolidores na democracia da comunicação.
A mídia tornou-se refém do entretenimento. O fictício tem mostrado coisas reais, pessoas ficam presas assistindo seqüestros, assassinatos e guerras que são exibidos nos filmes, histórias que também acontecem no quotidiano. Além desse tipo de entretenimento, tem surgido um novo modelo, que tem ocasionado muita audiência. Os anônimos buscando as glórias da fama. Até mesmo os intelectuais das universidades, têm procurado defender seus ideais mostrando ao mundo sua especialidade. Nel Gabler: “A mídia não está de fato relatando o que as pessoas fazem, está relatando o que às pessoas fazem para obter a atenção da mídia”.
Esses valores que estão sendo buscados mostram seres vazios, que ganham fortunas porque tem um rosto bonito ou um belo corpo. Enquanto todo esse glamour que a fama e o dinheiro trazem, pessoas morrem de fome. Durante o tempo em que as transmissões de baixarias e revistas contendo fotos lascivas giram milhões, pessoas catam comida entre os detritos. E o que falar dos trabalhadores que passam a vida inteira lutando para ganhar o que um jogador de futebol ou um piloto automobilístico ganha em um único dia? Sem mencionar a indústria do entretenimento que rende alguns bilhões de dólares.
Essa vida ilusória que os meios mostram e influenciam as pessoas terem, não chega nem perto do que vive a maioria, que lutam para garantir o sustento do dia-a-dia.
A imagem passou a ser mais que o caráter e a honestidade. E o que será das gerações vindouras? Crianças e adolescentes tem se preocupando com valores que são mostrados nas novelas e seriados. Os pequenos deveriam preocupar-se em brincar e não tentar ser adultos. A busca dos adolescestes tem sido os mais recentes celulares, mp4, navegar na internet, em ‘ficar’. Estudo, esporte têm ocupado o último lugar na vida desses jovens. E tudo isso é normal para eles.
A sociedade atravessa um período que a busca pela futilidade se tornou a primordial. E os valores éticos e os princípios deixaram de ser praticado por muitos nos dias atuais.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Jornalismo Colaborativo
A sociedade está cada vez mais crítica e participativa. Um fenômeno tem transformado o jornalismo. O cidadão tem participado ativamente dos conteúdos jornalísticos. Na internet isso tem sido bem comum. Várias pessoas estão escrevendo artigos, produzindo matérias e fotos.
A participação do internalta começa na seleção do conteúdo a ser lido. Cada leitor é seu próprio editor. A ferramenta RSS Feed, que já é altamente utilizada, permite uma escolha por parte dos usuários. O público está recebendo notícias até pelo celular, estão cada vez mais interligados com os sites de notícias.
O que implica é a credibilidade que tem esses materiais enviados pelos espectadores. O Presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo Augusto Camargo, disse em entrevista ao jornalista Rodrigo Martins, repórter do Estadão, que existe uma paranóia de todo mundo fazer notícia. “É preciso conhecimento técnico, adquirido na faculdade de jornalismo. 99% dos internautas que publicam esse tipo de conteúdo só emitem opiniões. Eles não fazem entrevistas, não ouvem todos os lados dos fatos. Isso não é jornalismo.”
No Brasil, as empresas de comunicação estão abrindo espaço para a participação de seus consumidores, pois não é preciso fazer grandes investimentos. O cidadão participativo dá dicas de reportagens e manda fotos de acontecimentos que dificilmente um jornalista chegaria à tempo, afirma a gerente de Conteúdo do IG, Alessandra Blanco.
O canal “vc repórter” costuma receber cerca de 30 participações por dia, entre textos, fotos e vídeos, expõe o diretor de conteúdo do Terra Antônio Prada em entrevista ao Estadão.
A tecnologia permite que muitas pessoas saiam do anonimato. È o caso de Blogs, espaço do leitor nas mídias, que permite uma exposição maior das idéias dos espectadores. A interatividade com o público sempre aconteceu no rádio. O ouvinte participa da programação e sugere pautas. Isso não aconteceu antes com os outros meios de comunicação de massa, por falta de recursos e uma visão antiga de que o cidadão só recebia a mensagem sem expor sua opinião publicamente.
Cabe aos diretores das redações verificarem os conteúdos recebidos antes de publicá-los. Pode ocorrer de muitos boatos serem publicados, plágios. Muitas pessoas que participam reproduzem matérias já publicadas, porém da forma que foi entendido, ou o que ele achou que tenha faltado. Cássio Politi, ombudsman do site Comunique-se, explica que quando um jornalista publica um texto é preciso estar atento que, os leitores têm o direito e o espaço de comentar o que leram.
O jornalista Asdrúbal Figueiró, da BBC Brasil, disse ao site opinião e notícia que a BBC investe muito na criação de canais que o usuário produza jornalismo – lembrando – que na cobertura dos maremotos na Indonésia e atentados em londres a BBC usou material feito pelos seus usuários. “Internautas escrevem, também, reportagens, que são publicadas no site da BBC. Em sites brasileiros, essa tendência pode ser observada na seção comumente batizada de “mais lidas”, que elenca as matérias preferidas dos leitores em um lugar de destaque em relação a outras informações disponibilizadas”, afirmou.
O jornalismo cidadão veio para ficar. As pessoas que antes eram leitores estão gostando de participar. Um fator que tem ajudado neste fenômeno, é que com matérias publicadas, os indivíduos estão deixando de ser anônimos.
O fato é que os jornalistas não conseguirão impedir essa participação. Cabe aos jornalistas trabalharem em conjunto com o cidadão participante, para que tudo seja dentro dos padrões. Entretanto, as opiniões expressas não devem sofrer interferências, somente as matérias. Os receptores deixaram de ser apenas consumidores e passaram a ser produtores. Para os meios de comunicação, acaba sendo uma forma rentável de fazer jornalismo.
A participação do internalta começa na seleção do conteúdo a ser lido. Cada leitor é seu próprio editor. A ferramenta RSS Feed, que já é altamente utilizada, permite uma escolha por parte dos usuários. O público está recebendo notícias até pelo celular, estão cada vez mais interligados com os sites de notícias.
O que implica é a credibilidade que tem esses materiais enviados pelos espectadores. O Presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo Augusto Camargo, disse em entrevista ao jornalista Rodrigo Martins, repórter do Estadão, que existe uma paranóia de todo mundo fazer notícia. “É preciso conhecimento técnico, adquirido na faculdade de jornalismo. 99% dos internautas que publicam esse tipo de conteúdo só emitem opiniões. Eles não fazem entrevistas, não ouvem todos os lados dos fatos. Isso não é jornalismo.”
No Brasil, as empresas de comunicação estão abrindo espaço para a participação de seus consumidores, pois não é preciso fazer grandes investimentos. O cidadão participativo dá dicas de reportagens e manda fotos de acontecimentos que dificilmente um jornalista chegaria à tempo, afirma a gerente de Conteúdo do IG, Alessandra Blanco.
O canal “vc repórter” costuma receber cerca de 30 participações por dia, entre textos, fotos e vídeos, expõe o diretor de conteúdo do Terra Antônio Prada em entrevista ao Estadão.
A tecnologia permite que muitas pessoas saiam do anonimato. È o caso de Blogs, espaço do leitor nas mídias, que permite uma exposição maior das idéias dos espectadores. A interatividade com o público sempre aconteceu no rádio. O ouvinte participa da programação e sugere pautas. Isso não aconteceu antes com os outros meios de comunicação de massa, por falta de recursos e uma visão antiga de que o cidadão só recebia a mensagem sem expor sua opinião publicamente.
Cabe aos diretores das redações verificarem os conteúdos recebidos antes de publicá-los. Pode ocorrer de muitos boatos serem publicados, plágios. Muitas pessoas que participam reproduzem matérias já publicadas, porém da forma que foi entendido, ou o que ele achou que tenha faltado. Cássio Politi, ombudsman do site Comunique-se, explica que quando um jornalista publica um texto é preciso estar atento que, os leitores têm o direito e o espaço de comentar o que leram.
O jornalista Asdrúbal Figueiró, da BBC Brasil, disse ao site opinião e notícia que a BBC investe muito na criação de canais que o usuário produza jornalismo – lembrando – que na cobertura dos maremotos na Indonésia e atentados em londres a BBC usou material feito pelos seus usuários. “Internautas escrevem, também, reportagens, que são publicadas no site da BBC. Em sites brasileiros, essa tendência pode ser observada na seção comumente batizada de “mais lidas”, que elenca as matérias preferidas dos leitores em um lugar de destaque em relação a outras informações disponibilizadas”, afirmou.
O jornalismo cidadão veio para ficar. As pessoas que antes eram leitores estão gostando de participar. Um fator que tem ajudado neste fenômeno, é que com matérias publicadas, os indivíduos estão deixando de ser anônimos.
O fato é que os jornalistas não conseguirão impedir essa participação. Cabe aos jornalistas trabalharem em conjunto com o cidadão participante, para que tudo seja dentro dos padrões. Entretanto, as opiniões expressas não devem sofrer interferências, somente as matérias. Os receptores deixaram de ser apenas consumidores e passaram a ser produtores. Para os meios de comunicação, acaba sendo uma forma rentável de fazer jornalismo.
O imperialismo de Hugo Chávez
Socialismo ou morte, Eu juro!” Essas foram as palavras do presidente reeleito da Venezuela, Hugo Chávez. Socialismo esse que não se sabe realmente como é. Uma mistura de comunismo e militarismo.
O tenente-coronel pára-quedista aposentado, professor e mestre em ciência política, Hugo Chávez, apresenta um retrocesso. O que implica é que esse estilo de socialismo, chamado ‘bloco ideológico socialista’ foi o resultado de muitas mortes. Um bom exemplo é o caso da República Soviética (Rússia), que não deu muito certo. No final de seu mandato terá 24 anos de poder, metade do recordista Fidel Castro, que ha pouco enviou uma carta a Chávez para possíveis acordos.
O socialismo é uma doutrina de organização econômica e social que considera que o interesse e o bem da comunidade devem sobrepor-se ao interesse particular. Porém isso não acontece na prática. Essa filosofia é parecida com a do comunismo, porém, a execução dela é diferente. A vontade de lutar pelo povo acaba quando se atinge o poder.
Eleito no primeiro turno, Chávez quer revolucionar as leis venezuelanas, todos os 167 parlamentares do governo são dele. Hugo Chávez quer implantar o Estado Socialista da Venezuela.
Primeiro foi Evo Morales, da Bolívia, e agora Hugo Chávez. O presidente venezuelano quer nacionalizar o petróleo, eletricidade, água e telefone. A Petrobras deveria pensar muito para investir na região. Entretanto, a Petrobras investe U$$ 500 milhões na Venezuela e não teme acontecer o mesmo que sucedeu com a Bolívia.
O fato é que esse retrocesso afasta investidores, menos o Brasil. Na reunião do Mercosul que aconteceu no Rio de Janeiro, Chávez queria implantar sua cara no bloco e até mudar o nome do Mercosul. Além disso, as críticas que fez da mídia brasileira mostram sua disposição em se meter onde não foi chamado. O presidente Lula mencionou no encerramento da Cúpula do Mercosul a necessidade de se aceitar o que ele chamou de ‘pluralismo ideológico’. Chávez está sendo imprudente, fala o que quer, e essa política de neoliberalismo e imperialismo assusta um pouco.
Por outro lado, não se podem encarar as atitudes do presidente Hugo Chávez como um fantasma. Ele não poderá abalar o mundo. Ele não deixaria de fornecer o petróleo aos Estados Unidos. Se ele for uma ameaça, com certeza o mundo saberá anular o perigo que surgirem principalmente os financeiros.
O tenente-coronel pára-quedista aposentado, professor e mestre em ciência política, Hugo Chávez, apresenta um retrocesso. O que implica é que esse estilo de socialismo, chamado ‘bloco ideológico socialista’ foi o resultado de muitas mortes. Um bom exemplo é o caso da República Soviética (Rússia), que não deu muito certo. No final de seu mandato terá 24 anos de poder, metade do recordista Fidel Castro, que ha pouco enviou uma carta a Chávez para possíveis acordos.
O socialismo é uma doutrina de organização econômica e social que considera que o interesse e o bem da comunidade devem sobrepor-se ao interesse particular. Porém isso não acontece na prática. Essa filosofia é parecida com a do comunismo, porém, a execução dela é diferente. A vontade de lutar pelo povo acaba quando se atinge o poder.
Eleito no primeiro turno, Chávez quer revolucionar as leis venezuelanas, todos os 167 parlamentares do governo são dele. Hugo Chávez quer implantar o Estado Socialista da Venezuela.
Primeiro foi Evo Morales, da Bolívia, e agora Hugo Chávez. O presidente venezuelano quer nacionalizar o petróleo, eletricidade, água e telefone. A Petrobras deveria pensar muito para investir na região. Entretanto, a Petrobras investe U$$ 500 milhões na Venezuela e não teme acontecer o mesmo que sucedeu com a Bolívia.
O fato é que esse retrocesso afasta investidores, menos o Brasil. Na reunião do Mercosul que aconteceu no Rio de Janeiro, Chávez queria implantar sua cara no bloco e até mudar o nome do Mercosul. Além disso, as críticas que fez da mídia brasileira mostram sua disposição em se meter onde não foi chamado. O presidente Lula mencionou no encerramento da Cúpula do Mercosul a necessidade de se aceitar o que ele chamou de ‘pluralismo ideológico’. Chávez está sendo imprudente, fala o que quer, e essa política de neoliberalismo e imperialismo assusta um pouco.
Por outro lado, não se podem encarar as atitudes do presidente Hugo Chávez como um fantasma. Ele não poderá abalar o mundo. Ele não deixaria de fornecer o petróleo aos Estados Unidos. Se ele for uma ameaça, com certeza o mundo saberá anular o perigo que surgirem principalmente os financeiros.
Do jeito que merece
Tem-se dito por ai que a eleição 2006 entrou para a história e que o país obteve um avanço no processo democrático. Entretanto, a eleição deste ano deixou outras marcas.
Oito dos envolvidos com o mensalão foram eleitos. Dos 50 candidatos ‘sanguessugas’, cinco foram reeleitos pelo povo. Os reeleitos até fizeram boas marcas, pois, ganharam votos. Foram aceitos, perdoados, tudo foi esquecido. È claro que eles vão dizer que neles se pode confiar.
Além desses, foi escolhido pelo povo um cantor de forró, um costureiro decadente que disse após ele, Brasília nunca mais será a mesma. Isso sem mencionar naquele que passou um tempo na prisão e será o presidente da câmara dos deputados, porque recebeu muitos votos. O povo também escolheu o ‘ex-ilustre’, que um dia foi deposto ao pegar dinheiro público, o dinheiro da nação.
Nas propagandas televisivas um show de humor. Nos panfletos, belas frases buscaram convencer o eleitor. Só faltou se maquiarem para apresentar-se ao povo, ou pedir para o cidadão colocar um nariz vermelho.
Teve de tudo, de gente séria a corrupto. Portanto, nas propagandas eleitorais gratuitas da TV, todos pareciam ser bons moços, cheios de boas intenções. Sendo assim todos estavam qualificados, prontos á defender os direitos e as necessidades do povo brasileiro. Utopia! E os que utilizaram da fama e alcançaram cargos públicos, disseram ser a solução para o Brasil; esses serão engolidos pelos mais experientes que estão no poder a vários anos.
O povo teve a oportunidade e não pode se queixar mais tarde. A Justiça Eleitoral tem feito uma propaganda dizendo ‘Pense e Vote’. Pelo resultado da ultima eleição, do dia primeiro de outubro, o povo não tem pensado o suficiente. Vem ai o segundo turno da eleição presidencial, um líder para governar o país será escolhido. Mas... O que o eleitor tem feito com seu voto? Resultado: O Brasil está do jeito que merece estar.
Oito dos envolvidos com o mensalão foram eleitos. Dos 50 candidatos ‘sanguessugas’, cinco foram reeleitos pelo povo. Os reeleitos até fizeram boas marcas, pois, ganharam votos. Foram aceitos, perdoados, tudo foi esquecido. È claro que eles vão dizer que neles se pode confiar.
Além desses, foi escolhido pelo povo um cantor de forró, um costureiro decadente que disse após ele, Brasília nunca mais será a mesma. Isso sem mencionar naquele que passou um tempo na prisão e será o presidente da câmara dos deputados, porque recebeu muitos votos. O povo também escolheu o ‘ex-ilustre’, que um dia foi deposto ao pegar dinheiro público, o dinheiro da nação.
Nas propagandas televisivas um show de humor. Nos panfletos, belas frases buscaram convencer o eleitor. Só faltou se maquiarem para apresentar-se ao povo, ou pedir para o cidadão colocar um nariz vermelho.
Teve de tudo, de gente séria a corrupto. Portanto, nas propagandas eleitorais gratuitas da TV, todos pareciam ser bons moços, cheios de boas intenções. Sendo assim todos estavam qualificados, prontos á defender os direitos e as necessidades do povo brasileiro. Utopia! E os que utilizaram da fama e alcançaram cargos públicos, disseram ser a solução para o Brasil; esses serão engolidos pelos mais experientes que estão no poder a vários anos.
O povo teve a oportunidade e não pode se queixar mais tarde. A Justiça Eleitoral tem feito uma propaganda dizendo ‘Pense e Vote’. Pelo resultado da ultima eleição, do dia primeiro de outubro, o povo não tem pensado o suficiente. Vem ai o segundo turno da eleição presidencial, um líder para governar o país será escolhido. Mas... O que o eleitor tem feito com seu voto? Resultado: O Brasil está do jeito que merece estar.
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